As Utopias Perigosas do Zeitgeist e do Projeto Venus

O filme Zeitgeist, lançado em 2007, teve muito mérito no começo do fenómeno de média alternativos na Internet. Como documentário, a sua estrutura era diferente, apelativa. Em vez de ter uma narrativa coesa, seguindo um eixo central, o filme divide-se em três partes, cada uma delas supostamente desconstruindo uma crença fundamental da sociedade atual. Primeiro, afirma diretamente que a narrativa sobre a vida de Jesus (que a paz esteja com ele) foi inspirada por mitos antigos, e implicitamente leva o espetador a acreditar que Jesus (q.a.p.e.c.e.) não existiu. A segunda parte afirma (corretamente) que o sistema financeiro é sustentado pela desonestidade e ignorância popular sobre os mecanismos de emissão de moeda e crédito, enquanto que a terceira parte demonstra que os ataques do 11 de Setembro de 2001 foram perpetrados com a conivência do governo dos Estados Unidos da América. Sendo que os dois últimos temas foram cobertos e explicados de forma muito mais extensa por outros documentários, como o Money as Debt e o Loose Change respetivamente, foi a primeira parte que lançou o maior debate. O filme manipula informação para estabelecer paralelos inexistentes entre a história de Jesus (q.a.p.e.c.e.) e de Horus, Buddha e Dionísio, inspirando-se das ideias de escolas luciferianas como a Sociedade Teosófica, nomeadamente da autora Acharya S que cita extensivamente Blavatsky, a fundadora da Sociedade Teosófica.

O segundo e terceiro filme da série Zeitgeist porém revelaram as verdadeiras intenções do autor, propondo um projeto obscuro e repleto de simbolismo esotérico como a solução para todos os problemas da humanidade, o Projeto Venus (Venus Project). Por exemplo, depois de preparar os espetadores para aceitar o facto que são necessárias mudanças radicais nos sistemas de emissão de moeda, e depois de afirmar, corretamente, que um sistema centralizado de emissão de moeda resulta necessariamente em maior corrupção e abuso de poder, propõe que toda a economia mundial, incluindo a totalidade das transacções, seja gerida por um só computador que irá regular e avaliar a sustentabilidade e lógica das práticas económicas. Por muito interessante que isto possa parecer, a construção de tal sistema seria um mecanismo de repressão e controle centralizado, aberto a corrupção, manipulação e abuso. Porém, o Zeitgeist utiliza a maquina e o computador como a representação de uma entidade neutra, científica, incorruptível, esquecendo-se de lembrar que os computadores são programados por humanos, e que portanto não deixam de ser a momento algum um espelho para ideologias humanas. Ainda para mais, um sistema económico onde todas as transações só podem avançar depois de terem sido validadas por um computados central seria altamente opressivo e constrangedor, opressão esta que o movimento Zeitgeist defende em nome da ‘optimização da utilização de recursos’.

E este é um dos muitos exemplos em que o Projeto Venus faz alusões de caracter teológico. O nome Venus é muitas vezes associado a Lucifer. É igualmente uma parte integral da profecia Cristã e Islâmica que o Anticristo (‘Dajjal‘ na tradição Islâmica), um futuro ditador tirânico, vai implementar um sistema onde qualquer opositor será excluído do sistema comercial, como é mencionado no Livro da Revelação, Capitulo 13. A proposta da implementação de um sistema central de controle do comércio global defendida pelo terceira parte do filme Zeitgeist tem claros paralelos com profecia Bíblica em geral e com a escatologia Cristã em particular:

Bíblia, Livro da Revelação, Capitulo 13, versos 11-18
Bíblia, Livro da Revelação, Capitulo 13, versos 11-18
O Guru do Projeto Venus, Jacques Fresco
O Guru do Projeto Venus, Jacques Fresco

O Projeto Venus propõe igualmente que todas as cidades devem ser construídas  de uma maneira que promova a sustentabilidade, ou seja, que todas sejam perfeitamente radioconcêntricas. Esquece-se de mencionar que o projeto para a cidade perfeita do Projeto Venus é um plágio, ou seja, foi roubada de vários urbanistas e utopistas do passado, sendo que não contem nada de novo, como por exemplo a Cidade do Sol de Campanella, o plano para Palmanova de Scamozzi, entre outros. É igualmente uma ideia ridícula pela simples razão que a adaptação de todas as cidades do mundo para coincidirem com esta disposição seria materialmente e financeiramente impossível, e diga-se de passagem, profundamente insustentável. Ainda mais, o planeamento centralizado está na fonte de muitos dos problemas urbanos com que nos deparamos hoje, pelo que ao planeamento e construção incremental, participada e orgânica surge cada vez mais como a solução para resolver os conflitos de interesse inerentes a qualquer política de planeamento, ordenamento e uso de solos. Porém o Projeto Venus não aplica qualquer conceito democrático ao urbanismo. Surge igualmente no urbanismo moderno o policentrismo como um fator ideal da harmonia social e resiliência da cidade, conceito esse completamente contrário ao centralismo absoluto da cidade ideal do Projeto Venus.

Um mapa da cidade de Palmanova, cidade projectada por Vincenzo Scamozzi
Um mapa da cidade de Palmanova, cidade projectada por Vincenzo Scamozzi
A cidade de Palmanova, Itália, mantém a estrutura do desenho original, radioconcêntrica, mas ainda com a forma octogonal
A cidade de Palmanova, Itália, mantém a estrutura do desenho original
A Cidade do Sol, de Campanella, é um exemplo do urbanismo utópico, onde o simbolo ancestral do Sol representa a natureza da cidade perfeita
A Cidade do Sol, de Campanella, é um exemplo do urbanismo utópico, onde o simbolo ancestral do Sol representa a natureza da cidade perfeita
Diferentes concepções Renascentistas da cidade ideal: 1. La Sforzinda by Filarete (1460 – 1465); 2. Fra Giocondo (Giovanni of Verona), c. 1433 - 1515 ; 3. Girolamo Magi (or Maggi) (c. 1523 – c. 1572) (1564); 4. Giorgio Vasari (1598); 5. Antonio Lupicini (c. 1530 – c. 1598); 6. Daniele Barbaro (1513 – 1570); 7. Pietro Cattaneo (1537 – 1587); 8/9; Francesco di Giorgio Martini (1439 – 1502).
Diferentes concepções Renascentistas da cidade ideal: 1. La Sforzinda by Filarete (1460 – 1465); 2. Fra Giocondo (Giovanni of Verona), c. 1433 – 1515 ; 3. Girolamo Magi (or Maggi) (c. 1523 – c. 1572) (1564); 4. Giorgio Vasari (1598); 5. Antonio Lupicini (c. 1530 – c. 1598); 6. Daniele Barbaro (1513 – 1570); 7. Pietro Cattaneo (1537 – 1587); 8/9; Francesco di Giorgio Martini (1439 – 1502).
A utopia radioconcêntrica de Sir Ebenezer Howard, do livro 'Garden Cities of To-morrow' (1902)
A utopia radioconcêntrica de Sir Ebenezer Howard, do livro ‘Garden Cities of To-morrow’ (1902)
A cidade ideal do Projeto Venus
A cidade ideal do Projeto Venus, um plagio (sobretudo, mas não só) das utopias urbanas Renascentistas. É uma cidade radioconcêntrica, completamente centralizada, sem núcleos secundários, com um plano que deve depois ser imposto sobre o território, com uma zonificação rígida e um apelo estético questionável. Urbanisticamente falha em tantos aspectos que uma crítica aprofundada à ‘cidade Venus’ seria um exercício muitíssimo interessante pois permitiria abordar alguns dos erros mais comuns no estudo e prática do planeamento urbano.

As soluções do Projeto Venus e o seu veículo de marketing principal, a série de filmes Zeitgeist, são tão isoladas da realidade que no Zeitgeist 2 propõe-se uma sociedade em que ninguém trabalha, sendo todo o trabalho feito por máquinas, e só no Zeitgeist 3 é que se lembraram que as máquinas precisam de ser concebidas por humanos, e que o seu funcionamento depende de manutenção constante.

Exatamente da mesma forma que os sucessivos filmes Zeitgeist tinham a tendência para ter um diagnóstico relativamente bom seguido de soluções que seriam, se aplicadas, absolutamente catastróficas, o filme do Zeitgeist Portugal, O Dinheiro à Grande e à Portuguesa, propõe uma série de ajustes ao sistema atual que em vez de promover a democracia, dariam ainda mais instrumentos de repressão ao aparato do Estado.

Depois de começar de uma maneira que leva o espetador a questionar a natureza do Estado, o filme ‘O Dinheiro à Grande e à Portuguesa’ chega a conclusões que não só iriam perpetuar o sistema atual, como iriam aprofundar muitas das suas tendências mais negativas. Sob o pretexto da proposição de um sistema democrático verdadeiro, defende que o ato eleitoral deve ser limitado a ‘cidadãos informados’ sobre a matéria em questão, propõe a informatização acrescida da participação cívica, uma maior complexidade na análise da opinião de cidadãos, o banimento de partidos políticos, entre outras péssimas ideias.

Para concretizar os objetivos grandiosos a solução principal proposta é a informatização do processo democrático. O documentário fornece exemplos de tais mecanismos que já estão em operação, como portais municipais de disseminação de informação, sites do governo que apelam à ‘participação’ cidadã, entre outros exemplos. Porém, a internet não chega a toda a gente, a uma democracia baseada na informática excluiria uma grande parte da população idosa, assim como toda a população iletrada, cega, etc. E sobretudo, o acesso e conteúdo da Internet é muito mais restrito e controlado do que a maioria da população se apercebe. Em casos de ’emergência nacional’ já se constataram apagões informáticos como quando o governo de Mubarak no Egito cortou as telecomunicações e a Internet para tentar reduzir a capacidade organizativa da população. Mas o povo Egípcio é muito menos dependente na comunicação que depende de tecnologia que pode ser bloqueada pelo Estado, pelo que esta medida não surtiu efeito. Este exemplo demonstra que a população não pode depender de meios informáticos para se organizar, e neste sentido deve resistir à tentação de restringir o ativismo ao espaço virtual. A verdadeira mudança acontece no e através do espaço real. As verdadeiras mudanças acontecem na rua, sendo o espaço virtual um mero instrumento secundário.

Muitas vezes, o ‘O Dinheiro à Grande e à Portuguesa’ limita-se a fazer críticas óbvias ao sistema, propondo formatos que já existem. Por muita boa vontade que os produtores do filme possam ter tido, tanto o ‘O Dinheiro à Grande e à Portuguesa’ como o Projeto Venus propõe medidas que causariam problemas ainda mais profundos para a democracia, e mais precisamente, levariam à construção de um aparato informático que em nome da democracia constituiria um potentíssimo mecanismo de vigilância, corrupção e despotismo. A informatização acrescida da vida humana através da recolha de informações sobre todos os aspetos da vida dos cidadãos, da vigilância da produção e acesso a informação assim como a popularização de sistemas de voto digitais surgem como elementos fundamentais na emergência do Estado Policial moderno. As propostas do Zeitgeist são mais do que utópicas- se implementadas, fornecem caminhos reais para a aproximação ainda maior à distopia totalitária.

João Silva Jordão

Nota Adicional (Agosto 2013): O excerto do filme Zeitgeist que propõe que a economia mundial, sobretudo o comércio, seja dirigida por um super computador pode ser visto aqui (em Inglês), a partir do minuto 8:00.

Nota Adicional (Setembro 2013): O filme Aurora 3 parece ter sido retirado da internet, pelo que a menção e a ligação ao mesmo foi substituído por outra produção do movimento Zeitgeist Portugal, ‘O Dinheiro à Grande e à Portuguesa’.

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91 thoughts on “As Utopias Perigosas do Zeitgeist e do Projeto Venus

  1. Bruno Lavos says:

    Portanto… tanto texto e argumentação…para demonstrar que não domina as premissas principais e as fundamentações do que tenta argumentar?

    Um pós-conceito é definitivamente superior a um pré-conceito.

    Estou no Facebook…poderemos conversar caso deseje informar-se mais sobre o que tentou escrever.

    1. Nuno says:

      concordo com o Bruno Lavos…. tanto trabalho nada. Não passa de uma conspiração com base froxa contra outra conspiração bem mais construtiva e verdadeira. A argumentação é fraca e é mal usada, mais notoriamente quando falou em tecnologias e sistema da informação, que alem de erradamente, tira mérito e desvaloriza o potencial das mesmas como instrumento da cidadania. Se vive em portugal conhece a rede de multibanco, acha que devemos abdicar dela? também podem desligar energia quando você que sacar dinheiro. Você acha que por isso devemos ir todos para dentro da agência bancaria, nos horarios de funcionamento para efetuar as operações que os bancos jamais fariam se não houvessem computadores. E ja agora vamos deixar de usar os telemóveis porque apesar de nos manter contateis é falível se tivermos no ponto do planeta cobertura da opeadora.

  2. Nuno says:

    à 200 anos atras um pais laico, democrático, onde mulheres votavam, com sistema de saúde como o nosso, com uma taxa de alfabetização como a nossa(que não é das melhores) e com o poder tecnológico que hoje temos era a maior das utopias. se recuares mais um pouco no tempo toda a gente estava convencida que a terra a o centro do universo e assistiam a morte de quem dizia o contrario

  3. balde-de-cal says:

    gostei imenso do texto. explica a imperdoável cegueira ideológica do colectivismo desastroso tipo urss e outros.
    há um grande número de sabichões que espreita o mundo pelo buraco da fechadura. outros, como indica Aristófanes, observam a Lua com o ‘olho do cu’. depois no dizer de Dante ‘fazem do cu trombeta’
    porca miséria

  4. the jester says:

    Só o que se percebe é uma critica inconsistente baseada em fundamentalismo conservador cristão,e uma total falta de conhecimento para argumentar sobre o assunto,visto que é utilizado a palavra utopia no título,sem saber o que realmente é,também é citado que no primeiro documentário comparam jesus a buda,primeiramente buda não é citado no documentário,e muito menos ele é um deus ou um messias,então antes de se fazer críticas é preciso ter conhecimento sobre aquilo que se é criticado,leia A IDEOLOGIA ALEMÃ de karl Marx e Friedrich Engels,para poder entender o conceito de ideologia e utopia…

  5. Samuel Leite says:

    Caro autor o “sistema onde qualquer opositor será excluído do sistema comercial” é o que você vive atualmente. Abra os olhos. haha O projeto venus junto com os documentarios zeitgeist sao sim tendenciosos, mas com um bom objetivo, uma alternativa para a fuga do sistema que tanto teme que ja está em ação a muito tempo.

    1. arthur says:

      perfeito a sua dedução sobre a analise que esse autor do texto faz,e só pra constar o projeto venus não é uma sociedade perfeita,mas já é uma idéia muito melhor do que esta ai regendo o mundo,palavras de jacque fresco,um abraço

  6. Gabriel Dal Rovere says:

    parei de ler aqui:
    “propõe que toda a economia mundial, incluindo a totalidade das transacções, seja gerida por um só computador que irá regular e avaliar a sustentabilidade e lógica das práticas económicas”

    Em nenum momento o documentário fala isso. Manipulador aqui é você!

    1. Marlon Ribeiro says:

      Em nenhum momento o documetário cita isso, o autor desta aberração que acabamos de ler tentou sugerir que o documentário promove secretamente um “bravo novo mundo” ou uma manipulação “from hell” pior da que já existe… Em poucas palavras quem escreveu o texto além de estar equivocado parece mal intencionado.

    2. rock says:

      Concordo.
      Criticar novas ideias baseado comodismos ou religiosismos é andar para trás; basta lembrar os anos de estagna causados pela igreja quando estava no auge.
      Uma ideia nova, deve-se avaliar e testar, só depois, se for o caso, descartar.
      Quando da invenção da locomotiva, cientistas ridicularizavam o inventor dizendo que a uma velocidade acima de 80 km/h a força G iria matar qualquer ser humano, pode…???

    3. Silvonei says:

      Eu parei de ler quando ele quis usar a bíblia e a religião como base. É evidente que crenças e ideologias diretamente ligadas a religião só serviram para atrasar o progresso da humanidade

    4. Jordan says:

      O projecto venus visa eliminar o dinheiro da sociedade fazendo que todas as pessoas possam ter acesso aos bens e ás tecnologias sem pagar, um bem para todos, não existirá policia já que a corrupção e os roubos são eliminados leia bem antes de escrever algo, exemplo se voce querer levar um computador para casa voçe chega na loja e pega o que vc quer sem pagar, pode escolher a sua casa, ou seja são recursos partilhados, todos terão direitos iguais e não haverá ricos ou pobres pois todos terão os mesmos direitos, e esse computador gere uma cidade, não tendo humanos a governar não haverá corrupção ou ganancia

      1. says:

        E o que vão dar às pessoas, o que elas precisam ou o que elas querem? E como é que vais manter a hipergamia em cheque? Vais reprogramar o firmware da condição humana!?

        Se percebes alguma coisa de sistemas informáticos, verás que está tudo a fugir da centralização, o conceito de server já não vale o que vale. Está tudo a descentralizar-se e a virar-se para o blockchain…

        Vai ouvir o debate entre o Stefan Molyneux e o Peter Joseph. Vais lá aprender as bases da economia que inviabilizam esta utopia.

      2. says:

        E como é que o computador central vai fazer escolhas morais?
        Com que meta-moral framework é que vão programar o servidor?
        É que a ética e a moral não são absolutas…. As ciências humanas não são o mesmo que as ciências exactas – infelizmente.
        Uma sociedade que despreza o indivíduo é opressiva. No outro extremo, uma sociedade individualista colapsa. Qual será o ponto de equilíbrio entre o indivíduo e a sociedade?
        E como reagirão as pessoas em massa global aos tweaks dos parâmetros?
        E o que se fará da cultura humana (com a sua diversidade espectral), uma vez tudo automatizado? Abole-se!? Bane-se?

        Pensem, putos… pensem!

        “O Comunismo matou 100 milhões de pessoas
        e eu só recebi a merda desta T-shirt…”

    5. Kaká Guimarães says:

      “Porém, o Zeitgeist utiliza a maquina e o computador como a representação de uma entidade neutra, científica, incorruptível, esquecendo-se de lembrar que os computadores são programados por humanos, e que portanto não deixam de ser a momento algum um espelho para ideologias humanas.” Amigo o futuro se chama OPEN SOURCE.

    6. Kaká Guimarães says:

      Ah e tb já ia esquecendo, eu quero que o cristianismo vá para o inferno, religião assassina perseguidora de judeus responsável direta pelo holocausto judeu e inúmeros outros que foram massacrados, perseguidos, torturados, dizimados pra depois vir um papa que dizem ser a figura de deus na terra pedir desculpa utilizando um cajado com a cruz vergada satânica nas mãos, cantando cânticos a lúcifer, sem falar no telescopio do vaticano batizado de lucifer, fazendo saudação nazista a hitler que era cristão fanatico é só pesquisar para e o hitler e sobre hitler e sua religiosidade. Quem tem medo de utopias são covardes que desejam que o mundo continuem a mesma mer!@ e aos és dos mesmos governantes o imperio romano na figura do vaticano.

  7. Márcia says:

    Esse texto so tem fanatismo religioso e falta de informação, combinação perfeita para continuar sendo escravo de um sistema que apenas sobrevive com a escravidão e miséria de milhões de pessoas.

  8. Cássio Siquara says:

    Sinceramente, um texto enorme sem nenhuma base. Mesmo sem conhecer a fundo o Projeto Venus e mesmo duvidando da possibilidade da sua real aplicação, este texto foi uma grande perda de tempo.

    Se acusa os outros de faltarem com argumentações mais sólidas e racionais, deveria, pois, você mesmo apresentar contra-argumentações mais sólidas e racionais.

    O pior de tudo é a falta de ética ao tratar de hipóteses alheias, inventou conceitos inexistentes, omitiu partes fundamentais e ainda por cima tentou fazer pouco caso com as cidades radioconcêntricas, a ideia nunca foi ser inovador, a ideia é ser funcional, ser bom para toda a humanidade, toda a natureza e a todo material primitivo; diferentemente desse seu texto.

  9. André says:

    Parabéns por tentar destruir uma das alternativas mais bem sucedidas dos últimos tempos de tentar mudar o rumo da humanidade que está se auto destruindo.

    O autor ficou claramente irritado pelo fato do Zeitgeist tocar num paradigma extremamente forte: a religião e seu deus todo poderoso. Como outros amigos disseram, falta muita base nesse texto. Cito como exemplo, de onde o Projeto Vênus é plagio da cidade italiana? E se for qual o problema? A cidade italiana concentra a estrutura comunitário no centro e residencias ao redor? Há transporte de alta tecnologia?

    Outro fato desconsiderado pelo autor e pelos muitos outros que desacreditam nesse sistema novo, é a mudança dos valores. Realmente não há como aplicar economia baseado em recurso sem mudança dos valores atuais. Então não pense que o ser humano será ganancioso e controlará os outros pelo fato do poder estar concentrado nesse 1 computador citado. Ah é do instinto humano… olhe o zeitgeist moving forward no qual explica que esses valores distorcidos aparecem devido ao ambiente externo e hostil que vivemos.

    Sugiro ao autor a utilizar os seus esforços em tentar mudar a realidade triste que vivemos e toda a alienação envolvida (religião).

    1. Marlon Ribeiro says:

      O que menos importa é religião… É impressionante como todo texto criado para tentar sujar a imagem do projeto vénus começa com a parte da defesa da religião, fora que o que foi citado no texto como algo que já existiu e deu errado é pelo simples fato de que há elementos presentes no projeto vénus de maneira evoluída e totalmente pensada para não errar mais… Não é possível que o senhor Jaques Fresco tenha tirado todo o conhecimento dele por osmose, é claro que há coisas pensadas por outras pessoas do passado em meio a criações dele, fora que o que você citou André já responde isso. Fico impressionado como uma pessoa consegue escrever um texto cheio de palavras belas e harmoniosas e no final provar que esta errado, é deprimente.

  10. Leandro says:

    Gostei da sua critica. Infelizmente o filme Zeitgeist convence algumas pessoas através de imagens bonitas de um futuro utópico e regulado por um computador central. A idéia de gerenciamento eficiente de recursos e muito atraente principalmente para os afobados que estão insatisfeitos com o sistema vigente e se apegam a qualquer idéia revolucionaria que aparece na internet. Realmente nao passa de um tipo de socialismo moderno onde o ser humano teria suas vontades controladas facilmente por um poder central.

    1. Roberto says:

      “nao passa de um tipo de socialismo moderno onde o ser humano “teria” suas vontades controladas facilmente por um poder central.”

      “Teria” suas vontades controladas já é uma evolução, por que no sistema atual o ser humano TEM suas vontades e PENSAMENTOS controlados por um poder central.

      1. Leandro says:

        Não quis dizer que é apenas uma possibilidade. Isso é inerente a um sistema de controle central. Você fez questão de entender errado. É claro que no sistema atual o governo controla grande parte de nossas vidas, porém ainda não nos tornamos uma Coréia do Norte.

  11. Anacadios says:

    Todo esse texto se resume em: O projeto Vênus é errado pois é do capeta. E sinceramente não dá para considerar a opinião de alguém que tem isso como base para suas ideias, desculpe me. Eu conheço pouco sobre o projeto Vênus, mas sei que daqui a uns tempos vai ser necessário algo do tipo no mundo, senão simplesmente vamos esgotar os recursos naturais e ruir junto com a natureza, pois o nosso sistema atual é isso, exploração predatória que cresce exponencialmente…

  12. Anacadios says:

    Detalhe, discordo de muita coisa do projeto Vênus e tenho minhas próprias ideias sobre como construir uma nova sociedade, baseada em recursos naturais.

    1. Perdorian says:

      Me desculpe Anacadios, mas você mesmo citou que conhece pouco sobre o projeto vênus, então lhe pergunto: como pode discordar tanto sem saber tudo?

  13. guilhermeviotti says:

    Critica altamente superficial. Se intere um pouco mais sobre o assunto antes de criar determinadas concepções e atacá-las.

    PS: Aproveite pra pensar um pouco mais sobre o que realmente um computador montado por humanos que está situado no centro de uma cidade que pode extrair minerios limitados à região e recursos para produção que precisam ser enviados a outra cidade para produção efetiva pode gerar ganância… em especial quando a maisvalia de qualquer tipo de moeda é retirada da equação. O que muda é o conceito de necessidade versus desejo que você ainda entende muito pouco, talvez pelo fato de ser mais uma pessoa no mundo que não consegue se separar dos conceitos de consumo exacerbado que permeiam nossa história.

    1. Leandro says:

      1 – O computador não faz milagres. Trata-se de um poder central que continuará sendo operado por humanos. E quem ou que grupo vai opera-lo? Um sistema assim e altamente vulnerável a desvios de operação e favorecimento a grupos específicos. 2 – Por que o computador deveria ficar no centro da cidade? Conhece a internet? 3 – Quem decide o que será necessário? Quem vai decidir o que vou precisar? Na prática será tão eficiente quanto a produção na Coreia do Norte.

      1. Wake up says:

        1 O computador não faz milagres mas, faz muito mais do que aquilo que consegues imaginar; claro que será operado pelos humanos mas na ciência, 2+2 é sempre igual a quatro independente de opiniões ou gostos, o o grupo que irá opera-lo será quem estudará para tal função e voluntários não faltaram (se eles existem num sistema corrompido imagino num livre). Não há favorecimento a grupos por o grupo especifico é a humanidade logo esse favorecimento é para todos!
        2- esta parece-me bastante lógica, sendo o centro das decisões da cidade deveria estár num siti de fácil acesso a toda a população (não esquecer que este tipo de cidade foi desenhada pelo Jaques Fresco, com ele diz: “este tipo de cidade vai ser um colete de forças para a geração seguinte” demonstrando claramente que podem ser desenhadas outro tipo de cidades sustentáveis!!!
        3 – Amigo, o que é necessário é água potável, terra arável, e ar não poluído, todo o resto a tecnologia nos dá pois desde que hajam recursos para fazer o que é necessário, faz-se!

  14. Sandro Boneberg Zeitgeist says:

    Lamentável tamanha pobreza neste artigo.
    Nem o próprio autor notou, sua ignorância sendo exposta publicamente, rsrs…

  15. Sandro Boneberg Zeitgeist says:

    Distorção é apelido, rsrs…
    Lamentável tamanha pobreza neste artigo.
    Nem o próprio autor notou, sua ignorância sendo exposta publicamente, rsrs…

  16. junior nogueira says:

    confesso jamais ter visto tamanha ignorância antes. É possivel notar claramente um apelo de alguem dominado por religião, já que sua opnião pode ser facilmente entendida nas entrelinhas. O que é pior e ver argumentos sem coesão e alguns sem coerência. A propósito afirmar que o projeto é plágio, kkk em nenhum momento eles tomaram a frente como donos das plantas da cidade, e sim do modelo de funcionamento da cidade! Enfim deixa pra lá. É muita alienação pra uma pessoa só!

  17. Pedrocamboim says:

    Quanta ignorância, nunca vi tanta asneira sendo dita. Tinha que ter como denunciar esse blog.
    Infelizmente ele é só mais um filho do sistema e a ignorância causa essa alienação.
    Uma pergunta: Essas foram as palavras do seu pastor? Ou são suas idéias mesmo?

  18. PauloAfonso says:

    Quem escreveu este artigo definitivamente só quer denegrir a imagem dos movimentos usando recursos apelativos, para atingir pessoas de pouca instrução ou pouca capacidade interpretativa. Definitivamente é uma pessoa que não consegue enxergar para além das “muralhas” que o sistema financeiro impõe às pessoas,

  19. Raphael Anacleto says:

    O texto cita: “A proposta da implementação de um sistema central de controle do comércio global defendida pelo terceira parte do filme Zeitgeist tem claros paralelos com profecia Bíblica em geral e com a escatologia Cristã em particular”

    Pelo visto o autor não compreendeu o documentário, “Não existirá comércio e nem dinheiro”

    Favor assistir novamente, para que realmente compreenda!

  20. Diego says:

    e outra, a ideia primeira e central do doc. que nem é citada no texto,, que é a de fazer um MEGA BANCO DE DADOS MUNDIAL com toda a matéria inorgânica do mundo, e a partir desse, ele iria calcular quais materiais combinados poderiam gerar os melhores, mais abundantes e baratos materiais sintéticos, o que iria causar de fato um ENORME salto na tecnologia JÁ ESTÁ SENDO FEITO, a” única pequena” diferença é que não está sendo feito do modo como o doc. propõe, um open source democrático e sem custos para todos utilizarem, mas sim por um grupo de cientistas que obviamente vão patentear tudo, ou seja, mesmo que eles descubram um modo de gerar combustível líquido a partir do sol, o que seria gratuito , com certeza vão cobrar pela patente, vão inventar q o processo é caro, e em suma, não vai mudar praticamente nada para nós, vamos continuar pagando caro, e eles ganhando mais ainda pois terão preço de custo irrisório. http://www2.uol.com.br/sciam/sumario/

  21. Fernanda says:

    Sobre a parte que você menciona:
    “seja gerida por um só computador que irá regular e avaliar a sustentabilidade e lógica das práticas económicas. Por muito interessante que isto possa parecer, a construção de tal sistema seria um mecanismo de repressão e controle centralizado, aberto a corrupção, manipulação e abuso. Porém, o Zeitgeist utiliza a maquina e o computador como a representação de uma entidade neutra, científica, incorruptível”…
    Não sei de onde você tirou isso, mas é interessante que assista novamente o documentário, faça leituras paralelas sobre o que o documentário referencia, para confirmar ou não o que é citado…
    E não apenas olhar com ceticismo e crítica, e com olhar religioso, pois também tenho minhas crenças, mas não acho que é uma brincadeira de mau gosto o que o documentário mostra, nem utopia e não deve ser criticado do modo como o fez.
    O projeto Venus é citado como uma possível solução, mas eles falam que não é perfeito, mas é melhor do que este sistema capitalista que vivemos.
    Ele fala de expansão de consciência, que está apenas começando, quem sabe daqui a algumas décadas, ou melhor, centenas de anos a consciência da humanidade atinja um patamar em que projetos que tentam melhorar o bem das pessoas e não de uma pequena elite rica mundial, seja aceito!!!
    É por comentários e pensamentos como os seus que estamos onde estamos, em uma sociedade doente, alienada e dependente de dinheiro, manipulada por governos, mídias e sistemas religiosos, que por muito tempo deturpam e usam a imagem de deus para comércio.
    concordo com os demais comentários de: Paulo, Raphael e Diego.
    é isso aí!!!

  22. johannaj says:

    hi!

    I’d like to use the picture with 9 ideal cities in a publication and thus, I need the the picture credits. could you let me know on my mail j.joekalda@gmail.com if you own the rights and if not, then where is it taken from.

    unfortunately, didn’t understand too much of the article 😦

    hoping for a quick reply,
    Johanna

  23. João Caetano says:

    “No zeitgeist 2 propõe-se uma sociedade em que ninguém trabalha”
    na realidade o projeto exclui os trabalhos relacionados às operações financeiras (em todas as escalas, ao marketing e a política. Não se refere ao banimento de trabalhos científicos, artísticos, dentre outros…

  24. elimar f soares says:

    Por citar uma passagem da biblia acredito que o autor desse texto seja um cristão fanático e isso, por sí só, já se torna o bastante para não o levarmos em consideração.

  25. mário soek says:

    Primeiro o fanatismo religioso do João Silva Jordão é descaradamente explícito, toda sua argumentação se fundamenta na interpretação particular de profecias bíblicas que em pleno século XXI sequer deveriam fazer parte de qualquer discussão social relevante. Sua crítica ao Projeto Vênus neste sentido não difere muito das objeções eclesiásticas aos estudos de Galileu na idade média. Comparações entre cidades ideológicas de séculos passados com bases filosóficas teocráticas e as concepções puramente técnicas de Jaque Fresco para tentar invalidar seu projeto científico são como argumentar a impossibilidade da aviação com base em experimentos primitivos de aparelhos de madeira com mecanismos de batimento de asas.Ridículo!!! Depois ele fala do gerenciamento computadorizado dos recursos naturais, humanos e tecnológicos com base nos governos políticos elitistas da sociedade monetária, misturando dois conceitos completamente antagônicos. Repressão ,controle,manipulação e abuso só fazem sentido numa sociedade competitiva baseada em vantagem diferencial, e este é o sistema monetário. Numa economia global baseada em recursos, não há nenhum mecanismo de lucro, logo não há nada que se possa roubar, não há o que vender ou comprar, tudo é holístico e acessível a todos,a única restrição é o limite de carga da terra, pois esta é uma LEI NATURAL INVIOLÁVEL. Esta restrição contudo não chega nem perto da barbárie capitalista que permitiu a 1% da população controlar 40% de todas as riquezas produzidas por uma sociedade coletivista. Este é um ponto extremamente obtuso para os opositores do coletivismo, nós sempre vivemos numa sociedade coletivista em termos de cadeia produtiva. Todos os trabalhadores estão intrinsecamente envolvidos na produção de todas as riquezas, as quais porém são em sua maioria usufruídas por uma pequena parcela da população, que por sua vez é a que menos contribui na produção de bens tangíveis, isto sim é uma ditadura totalitarista. Agora me perdoe João Silva Jordão, mas aqui eu tenho que chamá-lo de estúpido: a denominação Projeto Vênus não tem nenhuma relação com a mitologia ,ela deve-se ao nome da cidade Vênus ,na Flórida onde fica a propriedade do Fresco, portanto se ela ficasse por exemplo em Curitiba, se chamaria Projeto Curitiba, entendeu o criança louca? Abandona suas crendices religiosas e foca na ciência porque dela é que vieram todas as comodidades que desfrutamos hoje, se dependêssemos dos deuses ainda estaríamos sacrificando animais e apedrejando supostos pecadores, embora muitos ainda o façam.

  26. wilson p.santos says:

    Prezado, não se trata de manter ou gerir o que você considera como democracia, isto é uma utopia que ninguém percebe. o projeto vénus trata de uma nova organização mundial, coisa que você ainda não percebeu.

  27. Felipe Yuri says:

    As teorias deles tem muito mais fundamento que as suas, chega de simbolismos cara, se vc estudasse um pouco mais de arquitetura saberia o verdadeiro propósito de cinturões no urbanismo! Enquanto houver gente assim, repelindo novos ideais e destorcendo as reais intenções de todos, levando a crer no caos e na discórdia o mundo continuará nesse mesmo fascismo de outrora!

  28. Eunochio Oliveira says:

    Rumo ao futuro é o principal objetivo que a humanidade ao bem estar e um novo nível de consciência, e deve deixar para trás tudo que nos leva a autodestruição que vem através de um sistema com diversas falhas.

  29. Marcílio Teixeira de Mello says:

    Também eu, como a maioria dos comentaristas, notei logo no início da leitura do texto, a visão distorcida e preconceituosa do autor sobre o tema. A religião, como instituição, é uma das maiores pestes que atrasa do desenvolvimento humano na busca da felicidade, já que toda ela foi cuidadosamente elaborada pelo poder dominante e escravocrata, totalmente desprovido do sentimento de amor ao próximo. Outra coisa que o autor não fez referência é que na obra “Zeitgeist” fica bem claro que cada um que deseja sair dessa “Matrix” atual deve, antes de tudo, auto-transformar-se, saindo da posição egoísta e egocêntrica, limitada e preconceituosa, elevando sua consciência à integração com a natureza e com o universo, em todos seus níveis.

  30. samuel says:

    ”O filme manipula…”, ”…projeto obscuro…”. Caro João Silva, olhe para a sociedade atual, você está sendo manipulado a cada caminhada pelo cidade, a cada programa televisivo, voCe mora em um pais corupto . Tudo que eu li vindo de você foram bobagens de um pessoa com mente fraca e já manipulada.
    Se você está satisfeito com seu “mundinho”, você deveria se envergonhar, pois há pessoas passando fome e frio enquanto você fica aí lendo minha mensagem. Como seres humanos deveríamos mudar esse jogo para que todos sejam favorecidos, e não apenas pessoas que andam de terno e escrevendo leis para nos “proteger”.
    Espero que você, assim como eu, tenho um olhar mais dinâmico e uma mente mais aberta.
    Obrigado pela atenção.
    Samuel souza

  31. Mariana says:

    Gente, os comentários e muitas das críticas aqui presentes estão baseadas, e até é compreensível, nos valores e na sociedade que vivemos hoje, transfigurada para o ideal proposto. Porém, não é essa a proposta. A proposta é justamente a mudança radical desses valores. A ambição pelo poder não faria sentido. Não existiria o lucro. Não teria o que ‘ser ganho’. Não teria o excesso. É totalmente, inteiramente, e absurdamente diferente do que conhecemos hoje. E portanto, não pode ser julgado com esses valores. Sendo assim, qualquer crítica pretensiosa e ‘obscura’ com relação ao projeto Vênus, que não se dê o trabalho de conhecê-lo de perto, e tentar tirar a cabeça do mundo em que vivemos para poder entender de fato do que se trata a discussão, é inválida e sem valor.

  32. Rafael Matheus says:

    João Silva Jordão, antes de sair por aí escrevendo um monte de mentiras e tentando convencer alguém de que alguma ideia é impossível, primeiro você deve conhecer essa ideia profundamente. Saber qual é o verdadeiro significado dela e como ela se aplicaria no dia a dia das pessoas.

    O Projeto Venus não é sustentável financeiramente porque propõe exatamente uma transição para um modelo de sociedade aonde todos teriam acesso as suas necessidades sem ter um preço associado a isso. Pense com você mesmo: “É o dinheiro que você quer? Ou é o acesso as coisas que ele traz?”
    Se conseguirmos desenvolver um modelo social no qual todas as pessoas tenham acesso as necessidades, um sistema monetário se torna totalmente obsoleto, uma vez que o valor das coisas não estará mais associado a nenhuma moeda em comum.

    Além disso, você não sabe nada sobre os dois projetos (Zeitgeist e Projeto Venus), pois erroneamente citou que o principal meio de divulgação do Projeto Venus é o Movimento Zeitgeist, quando na verdade são duas organizações que trabalham completamente independentes, apenas possuem diversos princípios e ideais em comum. Portanto, como eu disse, procure se informar antes de sair escrevendo um caminhão de besteiras por aí…

    Por fim, quero que entenda que o modo como vivemos hoje é totalmente errado. Vivemos num mundo aonde o interesse pessoal é considerado algo positivo, e a vida em comunidade é rejeitada. O caminho que seguimos nos levará inevitavelmente a uma, ou mais, catástrofes. Enquanto houver presente na mente do ser humano a ideia de posse, que somos “donos” de alguma coisa, nenhum ajuste no sistema será de fato uma mudança. Seria apenas uma correção de algo que já é errado por natureza.

    Sua postagem foi equivocada, mal informada e tenta levar uma visão totalmente errada do que os dois projetos levam.

  33. Phill Stan says:

    Utopia???
    Outro ser burrano querendo estragar uma chance de melhorar a vida de todos, só presta pra criticar quem quer ajudar, quem realmente quer fazer algo de útil por todos.
    Você deve ser algum evangélico idiota…

  34. gil says:

    Estamos longe do que foi argumentado pelo Zeitgeist. Provavelmente quando os donos do mundo exterminarem os comedores inuteis e por um fim a tudo que atrasa seus interesses, estes sim serão aqueles que viverão tal utopia, afinal a maioria descartada estaria em outro patamar de racionalidade.

  35. lima says:

    Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. Isso só prova que na internet e democratica, pois esse cidadão escreveu tanta besteira q nem da pra comentar. Viva Projeto Venus, e o futuro.

  36. roberto says:

    Acho que o maior problema das interpretações dadas ao Zeitgheist é que elas são pautadas pelo reducionismo. Contudo não posso deixar de verificar que há um nítido uso de sofismas por parte dos documentários Zeitgheist. Além disso uma das idéias centrais dos documentários é que “somos o que somos por causa de um meio corrompido” e essa é uma idéia materialista capaz de corromper as melhores intenções. Desconsiderar o mundo espiritual e multimensional (e não estou falando especificamente de cristianismo) sempre acaba levando às tragédias.

  37. Thamyres says:

    Gostaria de compartilhar esse site para o autor do texto se informar melhor: https://www.thevenusproject.com/br/
    Assista os vídeos, leia os textos, não se baseie em religiões. Pensa que o planeta precisa de salvação e essa alternativa, só vai dar certo se todos estiverem em um mesmo pensamento.
    E só para informar-lhe o nome Vênus, foi proposto pois diz respeito a cidade onde está sendo desenvolvido o projeto. Apenas.

  38. José Raimundo says:

    Peço desculpa porém. No fundo ninguém apresenta críticas válidas aos argumento do texto. Respondem ao que consideram ser dogmas religiosos com dogmas ideológicos. A religião não é um mal em si mesma. A “arreligião” é que geralmente redunda nisso. Todos os crimes cometido em nomes de discursos religiosos ou ideológicos (v. b. marximos) são traições aos postulados originais de bem comum, paz entre homens, respeito entre outros das filosofias que reivindicam. Não conheço o projecto Vénus, pela postura dogmática e agressiva e “proto-facistas” dos seus defensores (mesmo em conversas de café) nunca me apeteceu realmente conhece-lo. As utopias são, de facto, ultrapassáveis progressivamente. A humanidade evolui material e espiritualmente (independente do significado que isso possa ter para cada um de nós.) Porém, a crença cega na tecnologia e na ciência acabará por refutar o que nos faz ser humanos, “demasiado humanos”. Quaisquer soluções “totalitárias” de organização social (democracia incluída) redundaram sempre no fracasso porque partem da imposição de um modelo social a outros/outras os quais muitas vezes julgamos “inferiores”, “incultos”, “iletrados”, “religiosos”, “mal-preparados”. Não há um “verdadeiro caminho para a humanidade”, sem passar pelo respeito mútuo e o respeito de si próprios. Abdicar da liberdade em prol de um ideal maior vai, sempre, ser desastroso. A anarquia é também, sempre será, um caminho de evolução moral de cada um e do colectivo, através de cada um. Até de manhã camaradas.

  39. Diego says:

    Ninguém lê nada relacionado a história, sociologia aqui? Todo mundo só assistiu aos 3 vídeos, leram os textos do projeto e pronto? A história da humanidade já não tem muito o que contar em relação a tentativas de nivelar e igualar a sociedade – pelo bem comum! – por ideias completamente infantis como as do projeto Vênus? Vênus é uma utopia sim. L. V. Mises já desmoralizou este tipo de ideia mesmo antes de saber que alguém pensaria nesse absurdo! Economia baseada em recursos? Premissa de que os recursos naturais são abundantes? De onde existe a possibilidade de iniciar um raciocínio com recursos naturais abundantes? Stalin? Lênin? Mao? Algum desses nomes não lhes conta nada a respeito de tentativas de “socializar tudo para o bem comum de todos”? Não aceito a pecha de conservador como argumento. Se alguém se candidatar a debater e trocar ideias sobre o assunto comigo, espero que comece respondendo a cada interrogação que inseri neste comentário. Antes de “comprar” uma ideia dessas você tem que se perguntar: todas as pessoas do mundo são perfeitas e estariam dispostas a abdicar tudo o que fosse necessário para fazer parte desta nova ordem mundial? Não. Então, pronto! Parabéns, você é um apoiador de uma ditadura chamada Vênus. Tão simples e cristalino como a água. Não falo isso por opinião, somente, após estudar por uns 2 anos sobre esse tipo de sociedade, raciocinei um pouco e vi que quando tenta-se mudar a sociedade por completo sempre acontecem algumas coisas como eliminação de quem não concorda com a nova ordem, expropriação de propriedade alheia e planejamento centralizado que, teoricamente, deveria saber todas as necessidades de todas as pessoas do mundo para assim satisfazer todas as vontades pessoais de cada indivíduo (parece brincadeira, mas esse sistema somente funcionaria se isso fosse possível, o que não é preciso ter muita perícia lógica para constatar que é impossível). Para finalizar, antes de me chamarem de capitalista, neoliberal, fascista, nazista, conservador e militarista, estudem ao menos uns dois anos sobre sociedades centralizadoras em que seres “brilhantes” tiveram a mesma ideia dos “inventores” do Vênus. Após isso comparem os ideais destes “seres iluminados” aos preceitos estabelecidos pelo projeto Vênus.

    1. kelly says:

      Utopia nunca foi um conceito pejorativo, pelo contrário, é sempre uma tentativa, é sair da inércia… essas sociedades socializadoras de que vc fala, não contavam com o know how em tecnologia q temos hj, e nem com a necessidade de tentar sustentar 7 bilhões de pessoas num mundo q já pede arrego a algum tempo, q enfrenta a possibilidade da 6 extinção em massa provocada ironicamente pelo seres “racionais” da terra… mas com certeza contavam com um povo egoísta e apegado a coisas antigas, q só pensavam em continuar como era antes, q n acreditavam em uma melhoria… ah, com isso sempre iremos contar, e assim seguimos dividindo espaço com essas pessoas de mau agouro na terra.
      Mas se p vc tá bom esse modelo de civilização, parabéns, talvez seja o único satisfeito por aki, se vc consegue fechar os olhos p td o mau q o dinheiro tem gerado, esse é realmente um “merito” seu. Essa sociedade é esquizofrênica, vive em faz de conta, como n percebe q o mundo político é irreal, é td mentira? “faz de conta que aki tem uma linha q divide esse pedaço de terra, aqui é meu e alí é seu, mas vc n pode entrar aki sem minha permição”, “faz de conta que vc n pode vestir isso, senão será preso”, “faz de conta que se eu fizer o que eu tiver vontade e estregar somente minha vida mas q n for de acordo com a sua vontade, eu tb serei preso “, “faz de conta que td isso fará sentido p sua vida”… ninguém sai dessa brincadeira, o jogo foi muito bem armado, se vc pensar diferente disso, se enxergar diferente disso será chamado de louco ainda, e dentro dessa brincadeira ainda terão pessoa p “curar” sua loucura, parece q alguém, do sexo masculino, armou td mt bem armado, oprimiu o diferente, oprimiu a mulher, e deixou todos a míngua, inventaram, uma mentira, uma viagem, e todo mundo continua seguindo a onda, mesmo que n faça sentido p suas vidas, pois foram condicionados desde q nasceram… como acreditar em uma realidade dessa? Se consegue aceitar td essa brincadeira de faz de conta, como n consegue vislumbrar uma nova possibilidade q ainda traz esperança de algo melhor?

  40. cassius says:

    dinheiro é a maldição ponto final! defender o sistema atual, somente pessoas que estão no privilegio ou querem continuar no comodismo, zona de conforto, não querem ver as pessoas poderem ter acesso, somente ela para continuar naquela posição de superioridade, facilidades, isso é de fato vergonhoso!!

  41. renatoglobol says:

    Renato Mendes de Andrade. Em primeiro lugar quero devidamente avisar que respeito a opinião do escritor desse post. E digo mais burrice pega e não existe vacina, a quem diga que seja o estudo, mas, que estudo da USP? cuja a banca examinadora os donos das revisas cientificas estão conduzindo o estudo de acordo com o coronelismo brasileiro. pensamento livre?. kkkkk.
    pelo que eu tenho estudado e desculpem a falta de modéstia sou inteligente, o projeto vénus é apenas uma proposta. Eu mesmo tenho muitas preocupações sobre como convidar pessoas sérias a criarem algo tão inovador e desafiante, mas, nada que diminua a extrema importância de sua sugestão. Tudo até hoje são tentativas frustradas, cristianismo, democracia, socialismo, estado islâmico, bla, bla., bla. Muda sociedade, será que só para geladeira e carro existe up grade. Nossa sociedade hoje é falida, ruim mas, ruim por demais. Vamos tentar o novo se nos frustarmos não seremos os únicos. kkk. Abraços fraternais a quem concorda e discorda. Mas duro é esperar pelos lixos do PT e do PSDB ou outras REDES, tudo farinha do saco do atraso. quero um super computador no lugar dos políticos. Pode ser?

  42. Miguel says:

    “O filme manipula informação para estabelecer paralelos inexistentes entre a história de Jesus (q.a.p.e.c.e.) e de Horus, Buddha e Dionísio”
    Esses paralelos não são inexistentes. Prova disso é o “Evangelho de Buda” escrito por Paul Carus: “É um facto notável que as duas maiores religiões do mundo, o Cristianismo e o Budismo, apresentem tantas coincidências surpreendentes nas suas bases filosóficas assim como nas aplicações éticas da sua fé, ainda que as formas de as sistematizar dogmaticamente sejam radicalmente diferentes; e é difícil compreender o porquê de estas coincidências terem causado animosidade em vez de terem criado sentimentos de amizade e de boa-vontade.” Tenho para mim que o Projeto Vénus conseguiria ganhar mais adeptos se não entrasse pelo caminho da desmistificação da fé. A fé é algo intangível, apenas pode ser praticada. Não é preciso desmistificar algo que a ciência desmistifica sem intenção. É bater no ceguinho sem levar a lado algum. Se não houvesse carências como a fome, a sede ou a pobreza extrema, não haveria quem se quisesse imolar por alá ou por qualquer outro deus. Os próprios budistas imolam-se para poderem continuar a praticar a sua fé num país que os proíbe de o fazerem. Eu sou daqueles que não é contra a prática da uma qualquer fé num Projeto Vénus. Se em determinada cidade houver budistas que queiram praticar budismo, então que sejam criadas condições para isso. Se forem muçulmanos e queiram praticar a sua fé, idem. E idem para todos os cultos. É o próprio curso da história que tratará de apagar ou manter essas coisas. O que não pode é haver conflitos de qualquer espécie sob o pretexto da fé. Isso é ignóbil e inútil para o todo.

    “O Projeto Venus propõe igualmente que todas as cidades devem ser construídas de uma maneira que promova a sustentabilidade, ou seja, que todas sejam perfeitamente radioconcêntricas.(…) É igualmente uma ideia ridícula pela simples razão que a adaptação de todas as cidades do mundo para coincidirem com esta disposição seria materialmente e financeiramente impossível, e diga-se de passagem, profundamente insustentável.”
    Seria materialmente e financeiramente impossível porquê? O financeiramente seria logo eliminado porque o que iria determinar a sua viabilidade seria apenas a questão material. Temos ou não materiais suficientes na Terra para avançar com tal ideia? Se sim, em que se baseia para dizer que é impossível? E em que se baseia para dizer que são cidades insustentáveis se as cidades são pensadas para serem o mais autónomas possível?

    “pelo que ao planeamento e construção incremental, participada e orgânica surge cada vez mais como a solução para resolver os conflitos de interesse inerentes a qualquer política de planeamento”
    Que quer isto dizer concretamente? Construção incremental, participada e orgânica? Isso traduzido num projeto passível de ser concretizado é o quê?

    “As soluções do Projeto Venus e o seu veículo de marketing principal, a série de filmes Zeitgeist, são tão isoladas da realidade que no Zeitgeist 2 propõe-se uma sociedade em que ninguém trabalha, sendo todo o trabalho feito por máquinas, e só no Zeitgeist 3 é que se lembraram que as máquinas precisam de ser concebidas por humanos, e que o seu funcionamento depende de manutenção constante.”
    As propostas do Projeto Vénus e do Movimento Zeitgeist não são isoladas da realidade. Estudar e conhecer a sociedade atual só pode levar para uma realidade em que as atividades do ser humano, vulgo empregos, serão executadas por máquinas e, nem mesmo a manutenção ou criação de novas máquinas ficarão a cargo de seres humanos – serão realizados por outras máquinas. Os melhores seres humanos a jogar xadrez ou quiz já foram batidos por máquinas.
    “Por volta do ano de 2025, as máquinas terão o mesmo poder de um cérebro humano e, em 2051, conseguirão concentrar o poder [dos cérebros] de toda a população global”. A afirmação parece, no mínimo, exacerbada, o que não é de espantar, visto que foi proferida Gerd Leonhard, um futurista, autor reconhecido e CEO da The Futures Agency, uma espécie de think tank que reúne especialistas em tecnologia (e em futurologia), e reconhecido em 2015, pela revista Wired, como um dos mais influentes pensadores europeus. FONTE http://www.ver.pt/e-se-a-inteligencia-artificial-ditar-a-inutilidade-dos-humanos/
    Se é certo que uma sociedade como a do Projeto Vénus carece de toda a participação civil possível, tanto na execução inicial como no controlo para garantir que as máquinas não são programadas para que qualquer ser humano possa vir a exercer controlo sobre outro ser humano, assusta-me muito mais imaginar um futuro onde tecnologias como a IA são implementadas numa lógica de mercado, onde o dinheiro se mantém como o principal mobilizador e atuador de criação de bens (de consumo e não só) e onde pessoas com muito dinheiro consigam continuar a controlar e a ditar os destinos de milhões de pessoas, agindo com ignorância e leviandade nos ditames desses destinos. É lógico que uma pessoa, apenas por ter dinheiro, consiga ditar o destino de milhões de pessoas?

    “Para concretizar os objetivos grandiosos a solução principal proposta é a informatização do processo democrático. O documentário fornece exemplos de tais mecanismos que já estão em operação, como portais municipais de disseminação de informação, sites do governo que apelam à ‘participação’ cidadã, entre outros exemplos. Porém, a internet não chega a toda a gente, a uma democracia baseada na informática excluiria uma grande parte da população idosa, assim como toda a população iletrada, cega, etc.”
    Diga-me, na democracia em que vivemos, de que forma os idosos, iletrados, cegos e etc (o etc nestas situações é bastante engraçado) participam de forma ativa. Diga-me também, qual é a área da sociedade em que não assistimos a uma cada vez maior informatização dos dados. Até uma simples ficha de cliente de um cartão de descontos do supermercado é informatizada. E porquê? Porque o acesso à informação de uma forma facilitada, rápida e em qualquer lugar é uma das maiores vantagens da sociedade digital. Há 20 anos atrás teríamos hipótese de estarmos a debater estas questões com tanta facilidade e com tantos possíveis intervenientes e em tantas e diversas línguas (em diversas línguas não é o caso desta publicação, mas o que não faltam são exemplos no mundo internauta)? A Internet quebra barreiras, liga pessoas e pode deitar abaixo qualquer ato de corrupção. Basta as pessoas quererem e preferirem debater ideias a perderem horas a visualizar vídeos de caca do youtube ou novelas na tv. Mas é mesmo isso que é instigado nas pessoas por quem controla a sociedade atual. Não são essas as premissas de um Projeto Vénus. Simplesmente pede-se que se deixem as opiniões de parte. Uma opinião só é boa se fundamentada logicamente. De que adianta dizer que se acha que o planeta não suporta a produção de alimentos para 7 mil milhões de pessoas se se confirmar, cientificamente, com dados que atestem ou não essa opinião. Dá-la sem fundamento apenas provoca a discórdia fútil e a consequente perda de energias a discutir a futilidade. É isso que fazemos nos moldes atuais. Criamos e mantemos milhares de empregos que apenas estupidificam milhões de pessoas. Quando vou a um shopping vejo isso. Pessoas à espera que o tempo passe para, finalmente, se poderem ver livres daquela atividade horrível. Mas precisam do dinheiro para viverem.

    “As verdadeiras mudanças acontecem na rua, sendo o espaço virtual um mero instrumento secundário.”
    Falso. Nenhuma manifestação de rua deu origem a algo positivo. Mudanças a partir da rua seria as massas unirem-se de modo a criarem um sistema paralelo ao atual, em que não alimentassem bancos, governos ou outro tipo de sistema. No projeto Vénus não se alimenta um tipo de sistema pois o mesmo é mutável constantemente. Não é estanque, pois as mudanças sociais seriam diárias, tal como o são atualmente mas sem significado real para todas as pessoas. Apenas alguns beneficiam de uma inovação científica. Nomeadamente os que têm dinheiro para pagar. Num Projeto Vénus todos teriam acesso ao melhor que a ciência tem para dar, a cada momento.

    Para aqueles que acham utópico uma gestão mundial dos recursos de forma a garantir a todos os seres humanos aquilo de que precisam para viver, só posso dizer que estão presos dentro da caixa em que nasceram e é graças a eles que 1% da população consegue cada vez mais dominar o mundo. Os dados já estão centralizados há muito tempo. Veja-se o site indexmundi e está lá quase tudo. Ainda não perceberam que a produção de bens já é controlada e, em muitos casos feita, por computadores e sistemas automatizados? Já produzimos alimentos suficientes para alimentar 3X a população mundial. Porque há gente a morrer de fome? Já construímos casas que chegavam para ninguém viver na rua e há gente a viver na rua. Isto acontece porque vivemos num sistema que precisa de bancos, de guerras, de assembleias (nacionais, municipais, locais) e de empresas para que as pessoas tenham acesso ao que precisam para viver. Precisamos desta panóplia de artificialidades para alimentar o mundo, ou para abrigar todas as pessoas, por exemplo? Aquilo que a sociedade deve procurar fazer, em conjunto, é suprimir todas as necessidades, da mais elementar até à mais complexa. E deve fazê-lo sem o dinheiro como entrave porque já temos condições para isso. Como é que no Venus Project irão haver pessoas a viver em condições muito acima do seu vizinho do lado, como o exemplo desta imagem FONTE http://www.libertarianismo.org/wp-content/uploads/favela-do-lado-de-condomnio-de-luxo-001-620×350.jpg ? É impossível pois a própria sociedade não o permitirá. Isso seria contra os valores instituídos. Atualmente, esta diferenciação no acesso aos recursos é vista como normal. Talvez seja um desejo bíblico, quiçá.

    Não vejo um único argumento contra o Projeto Vénus que tenha lógica. Por isso é difícil desconstruir os argumentos utlizados por quem é contra. Há os que são contra por medo de que seja um sistema central computorizado a gerir as regras da sociedade. Mas não é nada disso que o PV propõe. Os recursos é que são controlados por um sistema computorizado. Não são as pessoas. Não consigo perceber o porquê de tanto medo da tecnologia. Não é por terem medo que a mesma deixará de evoluir. É a imaginação do ser humano que lhe permite criar e nenhum sistema do mundo conseguirá parar a imaginação. Se se usa essa imaginação em prol de toda a sociedade ou em prol de uma ínfima parte da sociedade só depende da nossa vontade. Aceitarmos como inevitável um emprego numa caixa de supermercado ou numa loja de roupa é rejeitar toda a nossa capacidade de viver em sociedade e de edificarmos para o todo. Assim sendo, até as formigas são mais civilizadas do que 7 mil milhões de seres humanos.

    É uma pena que o autor da publicação se tenha abstido de ir “discutindo” com os diversos intervenientes.

  43. Glaucus Linx says:

    O que mais acrescentar ? Que essa pessoa está completamente formatada pelo sistema atual e, sobretudo, acredita piamente nele ? É por isso que se tem tanta dificuldade de fazer o mundo evoluir… a maioria venera velos de ouro.

  44. KaykyySpliff says:

    Teu cu tá com inveja da sua boca de tanta merda que falou.
    Venus é a cidade onde está localizado a sede do Projeto na Flórida.
    Nem vou comentar o resto porque senão fudeu, kkkkkkkkk
    Conspiracionista, parou de falar merda?

  45. Thomas says:

    Por onde começar? Vamos lá, você quer dizer que uma sociedade implementada nos conhecimentos científicos e avanços tecnológicos baseadas na metodologia científica onde se entende e se conhece os processos naturais de tudo que existe no universo não é válido devido a uma crença em uma crença de 2016 anos atrás?!Minha senhora, com todo respeito assim como toda vida evolui,esse processo nada mais é do que o curso natural de uma sociedade que está colapsando, ou mudamos e evoluímos ou nos extinguiremos por completo, o apocalipse irá acontecer se continuarmos a viver dessa forma sem mudar o curso de nossa sociedade

  46. Danilo Montuan says:

    Acabei de assistir ao filme projeto Vênus, e a impressão que tive é que o autor da crítica não captou a ideia fundamental do filme. E por causa disso vou acabar ter que fazendo um resumo aqui.
    É obvio que a pretensão de Jacque Fresco não é implantar um sistema totalitário e repressivo (embora eu prefira mil vezes esse modelo de “repressão”, que o modelo capitalista). E para entender isso, é necessário entender também que o projeto Vênus não é apenas um projeto científico aplicado à socioeconomia , mas também um projeto de modelação e evolução do comportamento humano.
    O princípio da argumentação é que os distúrbios de comportamento que fazem com que as pessoas ajam de forma corrupta, egoísta, e ambiciosa, é o ambiente em que elas vivem e interagem. A proposta de Fresco é sobretudo propiciar condições ambientais e societárias que eliminem a raiz psicológica desses males. É óbvio que a ideia não é fabricar e forças as pessoas do futuro a serem “seres humanos perfeitos”. Compreendemos a complexidade e a infinidade da psiquê humana. Problemas relacionados à solidão, à crise existencial, à carência, à desilusões e traumas, continuarão existindo. Contudo, o comportamento ambicioso, ou seja, o desejo de acumular para si, e a suas consequências econômicas e sociológicas, pode ser curado pela eliminação da noção de “competição” entre indivíduos de uma forma simples: oferendo a abundância em todas as fases de formação do indivíduo. Em todos os aspectos: físico, psicológico, educacional e intelectual. A competição só existe, porque ao longo da história da interação e da convivência humana, os recursos se apresentaram como limitados. Nas sociedades primitivas, o ser humano não tinha conhecimento e tecnologia para prever e lidar com crises provocadas por fatores climáticos, por exemplo. Esse medo provocou e desenvolveu um comportamento baseado no instinto de sobrevivência. Isso foi reproduzido, refletido nas culturas e nos modelos societários e que portanto, é algo fatal e imutável.O ser humano é um ser flexível, moldável, adaptável e temos um conjunto suficiente de ciências humanas capazes de comprovar isto.
    Todas as ideologias são um subproduto das transformações societárias. E todas as transformações societárias nasceram de uma motivação de disputa entre nações e indivíduos.
    O período das navegações não foi apenas apenas um conjunto de eventos perpetrados pelo espírito de aventura e curiosidade. Mas principalmente, pelo desejo de se conquistar terras, colônias, e aumentar as riquezas. O socialismo não nasceu como um “projeto de sociedade”, mas como uma resposta aos abusos, à exploração e a desumanidade com que o proletariado eram submetidos na época da revolução industrial. Resumindo: as ideologias, e suas varias segmentações, são produtos diretos do principio de disputa, divisão, competição, que marcam todos os eventos da história. No caminho oposto, a “ideologia” científica conseguiu promover um enorme progresso na humanidade. Por uma razão simples: Seus fundamentos não tem como base nem a competição, nem a divisão. Mas a busca pela verdade a partir da autoridade dos fatos. Assim, estabelecendo uma linguagem COMUM e COLABORATIVA, os cientistas conseguiram se UNIR para um mesmo propósito. Na ciência, toda metodologia é IMPESSOAL. A opinião pessoal é mera recreação, e nunca se sobrepõe ao conhecimento formalmente aceito, pela aplicação da metodologia.
    A partir do momento em que a humanidade compreender que não há diferenças entre si, e que unido as forças todos saem ganhando e terão uma vida plena e abundante com base em uma metodologia central e incontestável, comprovada pelo êxito da ciência, isso seria a morte das ideologias, da política, da pretensa “democracia”, e consequentemente, das disputas, e das guerras. Espero ter conseguido explicar um pouco melhor a proposta, e convido aos amigos a lerem e assistirem mais detalhadamente sobre o assunto, para que abandonem esse pessimismo e esse preconceito sobre a ideia “utopia”. Se a tecnologia e o conhecimento já existem, é um erro não tentar implantar e assistir o mundo ser destruído pelo modelo atual.
    “Se você não acredita que o mundo pode ser transformado, você é apenas mais uma das pessoas que não fará isso.” (Jacque Fresco)

  47. Kleber Guimarães says:

    O NOME VENUS DO PROJETO VENUS VEM DO NOME DA CIDADE ONDE O PROJETO PILOTO FOI FEITO QUE CHAMA “VENUS” E NÃO COM RELIGIÃO. Argumentação e lucidativa porem totalmente confusa e IRRESPONSÁVEL. Voce fez uma tremenda bagunça misturando coisas que em nada tem haver uma com a outra. SE LIGA CABEÇÃO

    1. Deus says:

      Não fiques aí sentadinha a acreditar, minina, vai para a universidade estoirar os miolos a estudar engenharia!

      Ou dá muito trabalho? Ou não tens inteligência para isso? Ou estás à espera que os homens te dêem tudo à boquinha!? O que é que tens para trazer para uma nova sociedade sem ser crenças (fia-te na virgem e não te fodas!) e isso que tens entre as pernas? Ah, isso não chega para formar uma sociedade…

      Argumentos fracos > argumentos nenhuns

  48. Clauber says:

    Autor desse artigo, você não entendeu nada do projeto Vênus. Sugiro você procurar saber mais sobre o assunto, de onde você tirou essa história de chip da besta?! Ou é ignorância sua sobre o assunto ou tentativa de manipulação. Bom, esse é um dos detalhes! Cuidado com o fanatismo religioso… ele cega. Pratique sua fé de forma saudável e verás que ideias novas, modernas também podem ser usadas para o bem.

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