Maçonaria Francesa Subjuga e Infiltra Maçonaria Portuguesa

Nota da Casa das Aranhas (19 de Setembro de 2016) : Esta publicação foi removida e substituída pela publicação  intitulada “Maçonaria Francesa Reconhece Nova Obediência Maçónica Portuguesa” como resultado de ter sido trazido à atenção da Casa das Aranhas que a denúncia previamente aqui publicada era incorreta e portanto difamatória. A Casa das Aranhas pede então as suas mais sinceras desculpas aos visados pela falsa denúncia, e pede aos leitores que leiam o artigo que a vem substituir.

João Silva Jordão

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10 thoughts on “Maçonaria Francesa Subjuga e Infiltra Maçonaria Portuguesa

  1. vera colaço says:

    Deixo-vos com um pequeno conto…para reflectir.

    Conta-se que certa vez uma cobra começou a perseguir um pirilampo. Ele, coitado, fugia com medo da predadora, mas a cobra não desistia. Um dia, já sem forças, o pirilampo parou e disse à cobra:
    – Posso fazer-te três perguntas ?
    – Podes. Não costumo abrir precedentes, mas já que te vou comer, podes perguntar.
    – Pertenço à tua cadeia alimentar?
    – Não.
    – Fiz-te algum mal?
    – Não.
    – Então porque é que me queres comer?
    – Porque não suporto ver-te brilhar!…

    V. Colaço

  2. Joaquim Ferreira says:

    para contrapor ao fantástico conto, deixo-vos um ditado popular e vários conselhos:

    “Em terra de cegos, quem tem um olho é Rei.”

    Não acreditem em tudo o que o vosso reizinho de palmo e meio diz, exijam os regulamentos internos e grandes constitiuções para saber sob que ventos navegam, e como.

    Joaquim Ferreira

    1. José Damiao says:

      Concordo Joaquim Ferreira…

      Eu quando os li fuquei chocado com o anti-regulamento e anti-constituiçao que se praticava por essas bandas.

  3. democraciaverdadeira says:

    Um dos ficheiros anexados a este post da Casa das Aranhas tem um símbolo de uma esfera armilar. Como sabemos, a esfera armilar está na bandeira de Portugal. Ela é igualmente um símbolo internacional da maçonaria, aparecendo por exemplo em várias imagens de Hermes Trimegisto, uma personagem importante desta ordem (pesquisando as imagens do Google com este nome aparecem vários exemplos).

    Faz assim sentido perguntar se os símbolos da bandeira de Portugal são aqueles que nos explicam na escola ou se, pelo contrário, são símbolos que provêm da maçonaria.

    Algumas dicas rápidas para a resposta, para brevidade:

    – pesquise-se “Bandeira da Carbonária” nas imagens do Google e observe-se como é parecida com a de Portugal (cores e simbologia)

    – pesquise-se “Bandeira de Portugal” e veja-se quem fazia parte da comissão que escolheu a bandeira de Portugal em 1910. Pesquise-se cada um desses nomes (faziam parte por exemplo Columbano Bordalo Pinheiro, João Pinheiro Chagas e Abel Acácio de Almeida Botelho) e acrescente-se à pesquisa o termo “maçon” ou “maçonaria”. Analisando os links, conclui-se que eram maçons.

    – finalmente, a razão do fundo verde e vermelho ter dimensões diferentes na bandeira de Portugal (2/5 e 3/5 da largura, ou seja, 0.4 e 0.6 respectivamente) pode prender-se com o facto desta divisão aludir de uma forma prática à “Proporção Áurea” ou “Número de Ouro”, que tem também uma importância muito grande na simbologia da maçonaria. O número de ouro, phi=1.61803… tem a particularidade de ter o seu inverso igual ao próprio número de ouro menos a unidade (1/phi = 1-phi = 0.61803… aproximadamente 0.6).

    Aproveitando a deixa: Alfredo Keil, compositor da música do hino nacional, era também maçon. Muitas pessoas a quem damos os nomes de ruas nas nossas cidades e a quem fazemos monumentos em praças são também maçons, como uma simples pesquisa do nome acompanhado de “maçon” ou “+maçon” pode comprovar.

  4. democraciaverdadeira says:

    No seguinte link temos acesso ao Ritual de Aprendiz maçom da GLLP/GLRP (Grande Loja Legal de Portugal / Grande Loja Regular de Portugal) da Loja Mestre Afonso Domingues:

    (a partir daqui acede-se a outros manuais de outros níveis maçónicos)

    Nele é dito, logo na página 3: “O Decreto nº 762 da Grande Loja Nacional Francesa emitido em Neuilly–Sur–Seine, a 29 de Julho de 1991, assinado pelo Grão–Mestre André Roux, e por Yves Trestournel, Grande Secretário e Vice–Grão–Mestre de Honra da G L N F [Grande Loja Nacional de França], determina a criação da Grande Loja Regular de Portugal e estabelece que ela deverá observar todas as obrigações, usos e costumes estabelecidos pela Grande Loja Unida de Inglaterra, bem como respeitar e fazer respeitar a Constituição e Regulamento Geral que merecem a aprovação da Grande Loja–Mãe.”

    Ou seja, a GLLP/GLRP de Portugal depende da Grande Loja Nacional Francesa, a sua Grande-Loja Mãe.

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